Poeta do Amor

Minhas poesias e um pouco de tudo que eu julgue interessante

Minha foto
Nome:
Local: Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil

Gosto de Poesias,escrever cada dia aprendendo mais e mais, pois, o conhecimento é infinito; Gosto de música, qualquer gênero...

26.3.06

Toque Poético

Toque Poético.

Quando a Poesia chega a mim,

Fico a Imaginar, chegar o momento certo,
Onde eu possa te falar,
Entretanto, eu desisto,

Mergulhando amargamente no passado!
Em passado que perdi as emoções do meu viver,
Simplesmente, por momentos esqueci este passado,

Quando em fleches eu te conheci!

Mas, voltando novamente a Poesia a me tocar,
Sinto algo muito perto a me dizer,

- Vens! Caminhas! Eu estou a te esperar!

Novamente as ilusões floresciam no meu ser,

Aguardando o momento de apenas conhecer

Este Amor que tanto sinto por Você.

Assim estou a imaginar...

Sou assim, aguardo para ver...

Este amor acontecer...

Augusto Rezende.
07/01/2006.

Olhar Arguto




Olhar Arguto!

Apresentas sutilmente,
Cabelos em desalinhos,
Sobre as mãos que te escoras,
Pensamentos que se vão!

Ainda menina faceira,
Trazendo guardado em perfume,
Lembranças de uma criança,
Que aos poucos em transformando,
Menina, jovem mulher!


Ousadia de vaidade,
Legado de outros tempos,
Daqueles que já se foram,
De raiz familiar!

Do olhar tão penetrante,
Passas coisas importantes,
Pra aqueles que te observam,
Teimosia sem cessar!

São coisas da Natureza,
Iguais a tua beleza,
Que procuram com clareza,
O seu espaço tomar!

Diante de tais conceitos,
Sabes bem o que é direito,
Caminhas no “tom” perfeito,
Deixando o tempo passar!

Ainda em transformando,
De Jovem para mulher,
Sabes bem te resguardar,
Não perca esta pureza,
Teu momento vai chegar!


Augusto Rezende.
26/03/2006..

A Flor do Pampa



A Flor do Pampa!

Não importa de que forma,
Vejo uma bela donzela,
Com sorriso encantador,
Que chega aos poucos do Pampa,
Trazendo a graça da Flor,

Seu cheiro brejeiro do Amor,
Encanta qualquer trovador!
A tez morena faz parte,
De sonhos que muitos desejam,
Poder debulhar esta flor,

Debulho em amplo sentido,
Em pétalas de uma flor,
Que trás na sua essência,
O perfume do Amor!
Que guarda a um trovador!


Augusto Rezende.
26/03/2006.

24.3.06

Choro e Lamennto de Mulher.



Choro e Lamento de Mulher.


A alma da mulher tem perfume da flor,

Quando pede colo,
Não é medo,
Simplesmente pede amor,

Se faz combatente para sempre vencer,
Mas, traz a menina em cada anoitecer,

É amiga,
Mãe,
Amante...

Mas, o que mais deseja é ser amada, amante.

Nas imperfeições,
Na força delicada,
No seu carinho incompleto,

Às vezes,
Na sua boca de batom...
Não quer ser mais forte que ninguém...

Mas, sabe que não pode sucumbir....
Precisa de um homem que a possa alcançar,
Sozinha chora, lamenta,

Perto dele busca....
Só quer se encontrar...
E ser encontrada...

Fatinha/ Augusto Rezende
08/03/2006.

Lavínia



Lavinia!
Pensamentos que te levam,
Ao infinito a admirar!
Da mesma forma que estamos,
Do nosso Infinito a pensar,
Estrela! Que em seu brilho,
Nada deixa a desejar,
Ondas de seus velos,
Sobre os ombros que enfeitam,
Braços sobre os joelhos,
Apóiam a silhueta,
Demonstrando um perfil.
De um ser tão Jovial,
Mulher que muitos desejam,
Com pensamentos de amor!
Tens a vida pela frente,
O tempo vai demonstrar,
Vales mais que uma rosa,
Nos pensamentos que tenho,
Não preciso nem falar,
Dentro de meus sentimentos,
Este poema passa a dedicar!

Hoje o velho Vinícius,
Se pudesse observar,
Comporia uma música,
Para o Mundo inteiro tocar!
Cartola esconderia,
A rosa, para não se humilhar!
Mas como eu estou vivo!
Coloco-te no meu Altar!

Augusto Rezende.
23/03/2006.

Pedaços de Ti

Pedaços de Ti

Debrucei-me em tua janela!
Fui olhando a aquarela!
A forma de te expressar!



Linda a imaginação,
Que trazes do coração,
Por compor as Poesias,
Trazidas em harmonia,
Completando em telas vivas,
Desenhos com perfeição!

És a minha Poetiza,
Galante da alegria,
Que enfeitas com magia,
As cores desta canção.

Augusto Rezende.
24/03/2006

Felina Amor e Paixão!


Felina Amor e Paixão!

Dos Olhos azuis,
Aos lábios de mel,
Resplandecem a doçura que imanta a beleza,
Bichanam dengosas, no afago do lar!
Deitam-se e posam a demonstrar,
A sensibilidade a fotografar!

Juntas transmitem admiração,
Por todos que vêm à foto postada,
Na pura harmonia, da bela emoção,

Nos olhos azuis vemos encanto!
Nos outros sentimos a paixão cintilar!
Paixão que fulgura naquela menina,
Brotando no fundo de seu coração!

Paixão altaneira por seres derradeira!
Iluminas nos olhos tristes a sonhar!
É esta menina de sonhos dourados,
Que faz o Poeta escrever sem parar!


Augusto Rezende.
20/03/2006.

23.3.06

Simetria Que Encanta




Simetria que Encanta!

Os Deuses sabem o que fazem,
Quando arquitetam o Ser,
Procuram de certa forma,
Mostrar o que podem fazer!

Pegaram no Universo,
Essências da Natureza,
Esculpiram com ternura,
Deram para eu escrever,


A Mãe, uma linda mulher,
Simetria Divinal,
Conjunto de raro prazer,
Mostra em seu sorriso,
Seu fruto, que ajuda a crescer!

Menina que ainda desponta,
Trazendo um tom jovial,
Heranças sagradas dos Anjos
Que rogam ao Pai Celestial,
Por tanta beleza mostrada, são “Musas”.
Que na mesma harmonia,
Alegram este pobre e velho mortal.


Augusto Rezende.
19/03/2006.

19.3.06

João Paulo II

Em 03/03/2005, estava eu, a pensar, derrepente uma luz surge em pensamento, me transforma e começo a traçar estas linhas que ao final verifico ser um Poema para
JOÃO PAULO II.
Rio de Janeiro.
Não digas Adeus,
Apenas, acenes, para o povo que Te seguiu,
Não digas nada,
Apenas, parta de mansinho
Deixe o espaço que Te foi confiado,
Ao longo destes anos corridos,
Tenha a certeza,
Que da mesma forma que cumpristes Teu papel,
Nosso Pai, outro já escolheu, para em Teu lugar ficar,
Se fizestes o que Te foi recomendado,
Só Deus Nosso Pai, saberá avaliar,
Mas, tenhas certeza, que fizestes o possível,
O que estava no Teu entendimento,
O Primogênito foi o único que conseguiu,
Mas, mesmo assim, o Crucificaram,
Para que ficasse a marca do Seu Bastão,
A Cruz que O elevou amarrado,
Em Tuas mãos, em símbolo, peregrinou o Mundo,
Fostes forte de mais,
Caminhastes, fostes austero e sincero com a Tua Crença,
Fostes o Líder de milhões que Te seguiram,
Durante a Tua jornada,
Compassivo caminhastes,
Nas terras em que beijastes,
Derramando o Teu Amor...
No olhar dizias tudo,
Com firmeza e perfeição,
E, todos que Te seguiam,
Hoje, rezam por Ti Irmão,
Para muitos, em breve, serás um Santo,
Para mim, no que creio, já És,
Um Espírito de Luz...

Augusto Rezende

A Flor da Puberdade!


A Flor da Puberdade!

Silenciosamente desponta.
Sem que possamos acompanhar!
O crescimento da Rosa nos jardins da esperança,

Da mesma forma desponta,
Sem que possamos acompanhar!
O crescimento da menina, brincando com uma flor!

Ontem ainda menina!
Que suas bonecas brincava,
Fazendo graça ao andar!

Hoje, envolta em pensamentos,
De jovem, para mulher!
Estuda, caminha e pensa,
No amanhã que alcançará!

Transformas em fantasias,
O botão de uma flor,
Exalando o seu cheiro,
Que guardas para o Amor.

Encantas como um todo,
És menina, és jovem és mulher!
És uma princesinha,
És livre,
Voe quando quiser!


Augusto Rezende.
19/03/2006.

18.3.06

Esperança de Hoje Grandeza do Amanhã


Esperança de Hoje Grandeza do Amanhã.


Neste rosto de menina,
De olhos que por si falam,
Expressando a Esperança,
Pensamentos se elevam,
Em pureza angelical,

Sobre os ombros se apóiam,
Velos que te enfeitam,
Em brilho sem nada igual,

Nos lábios de cor da rosa,
Sob eles um flip-flop,
Dando um tom original,

A face como um todo,
Expressa rara beleza,
Da flor que a Natureza,
Esculpiu sem ter igual,

Sob o colo de tuas pomas,
A medalha se aconchega,
Mostra o “G” desta grandeza,
Que a perfeita Natureza,
No toque de sutileza,
Demonstra,
Gabi,
É uma Musa Jovial.




Augusto Rezende.
18/03/2006.

15.3.06

Sincronia Natural.


Rio de Janeiro 15 de março de 2006.

Sincronia Natural.

Ventos que chegam a um sopro Divino,
Trazendo em novas emoções,
Esta brisa que embalam corações,
A esperar!
Quanta beleza,
Que a Natureza,
Dispõe a nos ofertar!
Não temos nada a reclamar!

Passamos no tempo,
Nele desfrutamos a perfeita essência do Belo,
Harmonia!
Tudo se encaixa dentro de uma perfeição,

Florestas irrigam a Terra,
Árvores milenares,
Pássaros a gorjear,
Sinfonia perfeita a cantar,

Geleiras se guardam a espera de dispersar,
Águas puras a deslizar,
Formam filetes a caminhar,
Ao ponto de formar, rios e oceanos,

Um balanço perfeito,
Onde peixes estão a desfrutar,
Nas profundezas do azul do Mar,
Marés que se entrelaçam a formar,
Uma sincronia sem par,

Além disso, tudo,
Podemos viver e usar,
Sem que nada nos venham cobrar!
Pois a Natureza tudo isto, nos dá.


Augusto Rezende.
15/03/2006.

Penas Profundas



Rio de Janeiro13 de março de 2006.

Penas Profundas!

Em algum lugar do Imenso Universo,
Dispersamos-nos, por algum motivo que ora não lembramos,
Caminhamos distantes um do outro séculos e séculos,
Por outros motivos que também, não sabemos,
Neste ponto nos encontramos,
Perdido está,
Vida diferente está a seguir,
Mas, nos encontramos,

Não sei o que mais fazer,
Passo meu tempo a pensar,
Tentando descobrir, por que nos dispersamos?
Por que, agora nos encontramos?
Não tenho a devida explicação.
São coisas difíceis de entender!
Só sei que desta forma estou condenado a sofrer!
Mas, mesmo assim,
Se for para te ver Feliz,
Deixe-me sofrer!
Renuncio a tudo para Você não sofrer!


Augusto Rezende.
13/03/2006.

Jorro


Jorro.

Meu desejo.
Desejo estar em teus braços

Sinto vontade de teus beijos,
Encanta-me com teus olhos,
Com tua voz macia de desejo,
Escuto teu coração acelerado.
Meu ouvido junto ao teu peito,
Escutando teus gemidos de orgasmos,
Em nosso leito desfeito...
Sentir-me mulher, te sentir homem...
Juntos sorrindo, fazendo loucuras
Deixando em vôo livre nosso libido,
Sentir que são nossos, os dias e noites, anos, meses, enfim à vida inteira,
Sem nunca deixar de amar e, amar,
Apertar ao contato de tuas pernas,
Enlaçadas as minhas... Em mim...
Até sentir a explosão do jorro,
Que sai do teu ser em larva,
Acalmando minha loucura,
Por algum tempo, o meu desejo...
Torno-me lânguida, calma e digo:
- Meu homem teu sabor tem gosto de mel,
- Teu orgasmo é o tudo que eu quero...
Em êxtase meu amor...
Deleite-se em mim...
Umedece-me...
Com todo teu furor.
Meu homem,
Assim que te quero.

Augusto Rezende.
03/03/2006.

14.3.06

Nossa Paixão


Rio de Janeiro, 14 de março de 2006.


Nossa Paixão!


Do vulto de mulher que me acompanha,
Beleza que não vi jamais igual,
Olhar que me demonstra sentimentos,
Trazidos de perfeitas emoções,
Que fluem e emanam em palavras,
De tempos que se foram e não houve explicação,
Hoje estamos juntos em afagos,
Em noites em deleite pelos braços,
Aos beijos que alimentam o coração,
Que pulsa um no outro em compasso,
Até a explosão dos sentimentos,
Que surgem como flores e enfeitam o nosso chão,
Hoje estamos juntos neste quarto,
Deitados olhando para um teto,
Salpicado de estrelas,
Que iluminam o momento,
Nossa!
Quanta Beleza,
Esta é a história de nossa paixão,
Que havemos de levar aos tempos que virão!

Eternizando os momentos de Paixão.


Augusto Rezende.
14/03/2006.


A Espera de Sonhos!

12.3.06

Devaneiro e Sonhos


Devaneio e Sonhos.

Embalo-te em meus sonhos e devaneios,

Em noites que fico a sós..

Pensando em ter juntado a mim...

Teu corpo, teu riso, teu jeito...

Teu cheiro, brejeiro da flor...

A flor que mostras bem perto...

Com as mãos, imitando a beleza...

O pulsar do meu coração...

Bem perto das mãos, que exala...

O cheiro brejeiro do Amor...

Que guardas, mas, trazes em sonhos...

Em pingos de aroma da flor,

Um dia quem sabe eu possa...

Na flor que tu guardas eu tocar...

Mostrar que podes ser minha...

E, juntos chegarmos sem sonhos,

No ápice do Amor deleitar!

Juntos bem juntos possamos,


Dizer!
Amamo-nos não podemos mais parar!


Amo te.

Augusto Rezende

Toque Poético


Toque Poético.

Quando a Poesia chega a mim,

Fico a Imaginar, chegar o momento certo,
Onde eu possa te falar,
Entretanto, eu desisto,

Mergulhando amargamente no passado!
Em passado que perdi as emoções do meu viver,
Simplesmente, por momentos esqueci este passado,

Quando em fleches eu te conheci!

Mas, voltando novamente a Poesia a me tocar,
Sinto algo muito perto a me dizer,

- Vens! Caminhas! Eu estou a te esperar!

Novamente as ilusões floresciam no meu ser,

Aguardando o momento de apenas conhecer

Este Amor que tanto sinto por Você.

Assim estou a imaginar...

Sou assim, aguardo para ver...

Este amor acontecer...

Augusto Rezende.
07/01/2006.

Poesia


Poesia.

É um ” dom” Divino,
Acumulado ao longo dos tempos,
Que trazemos como legado,
De aprendizados profundos,
Marcados em nosso Ser,

Sensível é o Poeta,
Que traduz por sua mente,
Histórias suas e de muitos,
Que ainda não podem ter,


Poesia que nestas letras,
Manchadas em um papel,
Traduzem os pensamentos,
Para outros poderem ver,

Trazem lembranças diversas,
Trazem contos de Poetas,
Que sentiram em seu corpo,
Dores suas bem como de outros,

Trazem lembranças do Amor,
Sentimentos de alegrias,
Sentimentos de calor,
Muitas vezes em tristezas,
Choram e sentem a Dor,

Poetar, poetizar,
É imaginar ou sonhar,
Trazer de forma sensível,
Imaginações milimétricas,
Dando vida em seus versos,
Histórias do coração.
Que muitos não podem ter!


Augusto Rezende.
12/03/2006.

Perfeição

Perfeição.


Durante minha Caminhada,
Por longas estradas,
Por estreitas vielas,
Palacetes, casas e casebres,
Sempre estive a observar,

Sempre estive a procurar,

Se algo perfeito existia!

Tanto procurei na minha jornada,
Como foi difícil encontrar!
Como foi difícil saber,

Por algo que procurava,
Onde a perfeição emanava,

A Natureza é pródiga!

Além de pródiga é sarcástica!

Cansei de procurar!

Hoje! Cansado estou,

Não tenho mais condições,

De andar a procurar,

Pois nada conseguirei,

Contento-me em te olhar!

Da forma que te apresentas,

Divina! Nada é igual!

Do belo que se apresenta.

És paixão Celestial,

Guardo-te em pensamentos,

Até meu momento final!

Augusto Rezende.
12/03/2006.

Essa tua beleza



Essa tua beleza que a Natureza
Esculpiu com prazer,
Transformam os meus dias,
Quando por ironia,
Eu não tenho Você,
É sarcasmo da Vida,
Querer me punir,
Deixar-me ao relento,
Sem ao menos entender,
Porque esta beleza,
Eu não posso obter!
Um minuto em meus braços,
E poder lhe dizer!
És a pura beleza,
Que a natureza,
Por sarcasmos de vida,
Não me deu a escolher!
Escondeu o que pode,
Mas, por ironia,
Escarnece meu Ser.
Fazendo-me sofrer!

Augusto Rezende
12/03/2006.